quinta-feira, 20 de setembro de 2012

As Rochas Que Compõe A Litosfera


A litosfera é a camada sólida mais externa de um planeta rochoso e é constituída por rochas e solo. No caso da Terra, é formada pela crosta terrestre e por parte do manto superior.
É um dos três principais grandes ambientes físicos da Terra, ao lado da hidrosfera e da atmosfera, que, na sua relação enquanto suportes de vida, constituem a biosfera
Composta pelas rochas ígneas, sedimentares e metamórficas, a litosfera cobre toda a superfície da terra, desde o topo do Monte Evereste até as profundezas das Fossas Mariana. Nas regiões continentais é constituída principalmente por rochas graníticas, ricas em alumínio e silício (a crosta continental), também denominada de Sial. Já nas áreas oceânicas predominam as rochas basálticas (crosta oceânicas) compostas por minerais ricos em silício e magnésio, denominada de Sima.
A estrutura da litosfera vem-se alterando através dos tempos, seja pela ação dos chamados agentes externos (meteorismiodermoplastia, erosdemorsplatia , antropismoplaty), seja pela atuação dos agentes internos: falhas e dobramentos que conduzem à formação de montanhas ou vulcanismo 

A Teoria Da Deriva Dos Continentes


Deriva continental




A ideia da deriva continental foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener em 1912. Em 1915 publicou o livro "A origem dos Continentes e dos Oceanos", onde propôs a teoria, com base nas formas dos continentes de cada lado do Ocenao Atlântico , que pareciam se encaixar.
Muito tempo antes de Wegener, outros cientistas notaram este fato. A ideia da deriva continental surgiu pela primeira vez no final do século XVI , com o trabalho do cartógrafo Abraham Ortelius. Na sua obra de 1596, Thesaurus Geographicus, Ortelius sugeriu que os continentes estivessem unidos no passado. A sua sugestão teve origem apenas na similaridade geométricas das costas atuais da Europa e África com as costas da América do Norte e do Sul mesmo para os mapas relativamente imperfeitos da época, ficava evidente que havia um bom encaixe entre os continentes. A ideia evidentemente não passou de uma curiosidade que não produziu conseqüências.
Outro geográfo, Antonio Snider-Pellegrini,  utilizou o mesmo método de Ortelius para desenhar o seu mapa com os continentes encaixados em 1858. Como nenhuma prova adicional fosse apresentada, além da consideração geométrica, a ideia foi novamente esquecida.
A similaridade entre os fósseis encontrados em diferentes continentes, bem como entre formações geológicas, levou alguns geólogos do Hemisfério Sul a acreditar que todos os continentes já estiveram unidos, na forma de um supercontinente que recebeu o nome de Pangeia .
A hipótese da deriva continental tornou-se parte de uma teoria maior, a teoria da tectônica de placas. Este artigo trata do desenvolvimento da teoria da deriva continental antes de 1950

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A crosta terrestre é formada de pedaços chamados placas, que andam à deriva sobre a camada de rocha fundida do manto. Há sete placas principais e várias outras menores. As forças magnéticas do interior da Terra fazem com que as placas se desloquem lentamente pelo globo em um vai e vêm constante.
Os geólogos pensam que há cerca de 225 milhões de anos toda a Terra deste planeta estava unida num "supercontinente" a que chamaram Pangeia. Mas, à medida que as placas se deslocaram, a Terra deste supercontinente começou lentamente a separar-se. Chama-se a este movimento a deriva dos continentes. Os mapas mostram o que os geólogos pensam sobre o modo como os continentes se deslocaram e se afastaram até formarem as massas de terra que conhecemos atualmente.
No Hemisfério Sul, há cerca de 150 milhões de anos, no período chamado Jurássico, as correntes de convecção dividiram em pedaços o megacontinente Gondwana. Elas fraturaram a crosta terrestre e separaram a América do Sul, África, Austrália, Antárctica e Índia. Nas regiões de Gondwana, que hoje são Brasil e África, as correntes de convecção formaram fissuras e fraturas na crosta terrestre, o que gerou derramamento de lava. A ação contínua dessas forças também rompeu completamente a crosta terrestre e formou o oceano Atlântico. Porém, ele não parecia o vasto mar que é hoje: a fragmentação de Gondwana formou apenas um pequeno oceano, que só cresceu quando Brasil e África começaram a se afastar de forma gradual há, aproximadamente, 135 milhões de anos. Tal ideia está presente na teoria da deriva continental, que foi apresentada em 1912 pelo cientista meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener. Depois que Alfred morreu sua teoria foi comprovada.

As Camadas Da Terra


 atmosfera (camada gasosa);
 hidrosfera (a camada liquida - os mares, os oceanos e os rios);
 biosfera (a camada biológica – o reino animal e vegetal) e;
 litosfera (camada sólida, onde estão os minerais e as rochas).
• A atmosfera: A atmosfera é camada a que está mais alta, está lá em cima das nuvens, lá no céu. Ela está presa ao nosso planeta pela gravidade e é Atmosferaimportantíssima para a nossa vida. Sem a atmosfera, não estaríamos protegidos contra os fortes raios solares, chamados ultra violetas, e não suportaríamos o calor intenso. Por outro lado, ela retém uma pequena parte do calor vindo do Sol, para manter o nosso planeta aquecido.
Vista de fora do planeta Terra, a atmosfera é aquela linda camada azul brilhante que envolve o planeta todo.
• A hidrosfera: A hidrosfera é na verdade uma das divisões da biosfera. Mas já hidrosferaque hidro vem de água, e sem água seria impossível existir vida na Terra, vamos tratá-la aqui como uma das camadas mais importantes do nosso planeta. Rios, lago, mar, lagoa e tudo que é água que está sobre a superfície terrestre, estão incluídos na hidrosfera, que representa 71% do nosso planeta.
• A biosfera:  A biosfera é uma das camadas da terra, basicamente é o conjunto dos ecossistemas. Biosfera do grego significa “Esfera da Vida”, essa tradução se encaixa perfeitamente com ela, pois diferente das outras camadas da terra, como a litosfera, atmosfera e a hidrosfera, a biosfera é a representação de todos os seres vivos e seus habitats naturais.
• A litosfera: A litosfera está subdividida em quatro camadas, sendo:
Crosta terrestre ou litosfera: é a camada externa da Terra, servindo de suporte para as formas de vida. É dividida em duas: crosta continental, com espessura media de 40 km, constituída por SIAL (rochas à base de silício e alumínio); crosta oceânica, com espessura media de 7 km, constituída por SIMA (rochas à base de silício e magnésio).
Manto: É constituído por silicatos ferramagnesianos, com espessura aproximada de 2.800 km.
Camada Intermediária: tem espessura aproximada de 1.700 quilômetros e temperatura em torno de 4.000ºC.
Núcleo: é a camada mais interna do planeta, formada por NIFE (níquel e ferro) a elevadas temperaturas (superiores a 6.000ºC). Possui aproximadamente 1.700 km de espessura. Os geofísicos sugerem que no centro do núcleo há um imenso cristal de ferro girando a velocidades mais altas que a de rotação da Terra. Esse cristal seria um dos responsáveis por esse movimento.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A Formação Da Terra: Da Origem Aos Dias Atuais

Ao longo desses 4,5 bilhões de anos, a Terra passou por diversas transformações, desde o processo de resfriamento e solidificação da camada externa até as decorrentes da intervenção humana. Essas transformações deixaram e continuam deixando marcas bem definidas no material que compõe a crosta, ou seja, as rochas. Por meio de sistemáticos estudos das transformações pelas quais a Terra passou, foi possível dividir a história geológica do planeta em diversas fases, utilizando para isso uma escala do tempo. 

À 4,5 biliões de anos foi assim...ou assim se pensa...

Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é actualmente aceite. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol teve origem numa Nebulosa. Esta terá entrado em colapso gravitacional (as partículas da Nébula começaram a juntar-se e a comprimir-se). Isto provoca o aumento da atracção gravitacional que por sua vez faz com que mais matéria se junte e vice-versa!
Devido à compressão, o centro da Nebulosa aquece e começa a brilhar. Está formado o Proto-Sol. Por esta altura deixaríamos de ter um amontoado desorganizado de gás e poeiras e ficaríamos com uma estructura discóidal com um adensamento no centro. Aí a acumulação de matéria continua, o que vai dar origem ao início de reacções nucleares que permitem assim à estrela recém-formada resistir à pressão gravitacional.
O gás e a poeira restantes começam a aglomerar-se em pequenas zonas em volta da estrela formando os planetesimais ( rochas de pequeno tamanho ) que por sua vez se aglomeraram para formar os proto-planetas ( planetas primitivos ). Na zona mais perto do Sol, onde as temperaturas eram mais elevadas, ocorreu condensação de matéria que levou à formação dos planetas telúricos, terrestres ou interiores. Na área mais afastada, onde a temperatura era menor, ocorreu condensação de matéria mais semelhante à da estrela formando os planetas gasosos, gigantes ou exteriores.


Quando Tudo Começou

Uma das teorias científicas mais aceite para explicar a origem do universo é a teoria do Big-Bang ou da Grande Explosão.
Em 1916 Albert Einstein publicou a teoria da relatividade, onde dizia que o universo estaria a expandir-se ou então a contraír-se, contrariando a ideia de que o universo seria estático ou inerte, aceite até então.
A partir daí, diversas pesquisas foram feitas com a ajuda de telescópios, e os cientistas puderam deduzir que o universo realmente se expandia, porém de modo ordeiro. Para entendermos a ideia do Big-Bang devemos fazer o caminho contrário. Ou seja, se ao invés de o universo se expandir a todo momento, ele fosse contraído.
Todo o universo convergiria, até voltarmos a um único ponto de origem, o ponto inicial de matéria.
Há uns 15 a 20 bilhões de anos atrás o universo não existia, nem o espaço vazio, nem mesmo o tempo.
Tudo o que havia era uma esfera extremamente pequena, do tamanho da ponta de uma agulha. E esse pontinho há cerca de 18 bilhões de anos teria explodido formando o universo actual.
Essa explosão aconteceu numa fracção de segundos, expandindo o universo a uma velocidade muito superior à da luz.
Essa explosão causou a expansão do universo, a qual é observada até aos dias actuais, o que traz grandes reforços para a teoria do Big-Bang. Após o Big-Bang e a partir da matéria proveniente dele, foram-se formando as constelações. Os planetas formaram-se a partir de restos da nuvem cósmica que surgiram após a grande explosão.
Mas, apesar de ser uma tendência investir na teoria do Big-Bang, temos de considerar que o argumento que o suporta possa ser um fenómeno regional. Ou seja, essa expansão está a acontecer apenas nos limites observáveis do universo, até ao alcance do mais potente telescópio, o Hubble. Diante disso existe a possibilidade desse fenómeno não atender todo o universo.
Nesse caso, o que até hoje foi observado seria somente um processo de dilatação regional de causa ainda desconhecida.





terça-feira, 10 de julho de 2012

Cartografia:

É a ciência que trata da concepção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas. O vocábulo foi pela primeira vez proposto pelo historiador português Manuel Francisco Carvalhosa, 2.º Visconde de Santarém, numa carta datada de 8 de Dezembro de 1839, de Paris, e endereçada ao historiador brasileiro Francisco AdolfoVarnhagen, vindo a ser internacionalmente consagrado pelo uso.